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Indicar ou omitir a linfadenectomia pélvica estendida

Briganti + evidência de ensaios randomizados na mesma tela.

Vídeo-aula · navegação pelas telas do app com narração · disponível em português e inglês
5 min 6 passos

Objetivo

Decidir, com base em risco quantitativo e guidelines, se a ePLND deve ser realizada — e justificar a decisão com evidência de RCT.

Cenário clínico

A linfadenectomia estendida estadia melhor, mas adiciona morbidade. A pergunta é objetiva: o risco de invasão linfonodal deste paciente justifica o procedimento?

Passo a passo no app

  1. 1

    Garanta os dados de entrada

    PSA, estádio clínico, ISUP grade group e percentual de cores de alto grau precisam estar preenchidos — são as variáveis do Briganti.

  2. 2

    Abra a Linfadenectomia (PLND)

    No menu Mais, acesse o módulo PLND. O app calcula a probabilidade de invasão linfonodal.

  3. 3

    Compare com os limiares

    O sistema aplica os limiares de 7% (Briganti) e 5% (EAU) e recomenda realizar ou omitir a ePLND.

  4. 4

    Explore a lista regional

    Veja a probabilidade por cadeia linfonodal (ex.: obturador direito/esquerdo) e o número estimado de linfonodos no template.

  5. 5

    Abra o painel XAI

    Entenda quanto cada fator (PSA, estádio, ISUP, % cores de alto grau) contribuiu para o risco.

  6. 6

    Contextualize com os RCTs

    Leia a interpretação dos ensaios randomizados por subgrupo ISUP/LNI antes de fechar a conduta.

Pérolas clínicas

  • Risco abaixo de 5% raramente justifica a morbidade da ePLND — o app torna isso explícito.
  • A lista regional ajuda a planejar o template, não só a decisão binária de operar ou não.
  • A leitura de RCT embutida evita que a decisão dependa só do nomograma isolado.

Referências

  • Briganti/Gandaglia 2017 (AUC 90,8%)
  • Roscigno et al. 2018
  • Lestingi et al. 2021 (fase III)